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MAR
21
21 MAR 2019
SECRETARIA DE SAÚDE
Armadilha com larva de Aedes deixa Vigilância em alerta

Depois de três anos sem focos do mosquito Aedes aegypti, Vera Cruz volta a registar a presença de larvas. Na coleta semanal realizada nesta terça-feira (19), foram capturadas larvas em uma armadilha instalada junto ao Terminal Rodoviário do município. A confirmação de que se trata da espécie que transmite dengue, febre chikungunya e zika vírus veio nesta quarta, quando as larvas foram analisadas no laboratório próprio da Vigilância Sanitária.

Com a comprovação, já nesta quinta-feira (21) Agentes de Endemias realizaram coletas em um raio de 300 metros. O trabalho deve seguir nesta sexta. A chamada delimitação é realizada em residências, pontos comerciais e demais áreas no entorno do local onde do foco. “Encontramos muita larva no cemitério, muita água nos vasos. Ainda não temos a confirmação, mas nos preocupa. Amanhã (sexta), já devemos iniciar a análise das larvas”, assegura o agente Jorne Petry.

O coordenador da Vigilância, médico veterinário André Mello Sant’Anna, explica que é através da delimitação que será apurado se há infestação do mosquito no município. “Se a larva tivesse sido coletada em uma residência já seria considerada infestação”, conclui, enfatizando que a equipe só consegue agir rápido por ter laboratório próprio. Se fosse necessário enviar as larvas para análise em laboratório da região, o resultado poderia demorar mais de uma semana e o combate ao mosquito seria prejudicado.

Se for considerado infestado, o Município terá que realizar outro tipo de trabalho. Ao invés das coletas nas armadilhas, a cada sete dias, e em pontos estratégicos, a cada 15 dias, será necessário intensificar as ações e eliminar criadouros do mosquito. Hoje também é realizado o Levantamento de Índice Rápido – LIRA, onde um programa de computador faz o sorteio de aleatório de residências a serem visitadas. Esse trabalho é feito a cada quatro meses e aconteceu no começo do mês. Se for constada infestação o levantamento terá que ser feito a cada dois meses.

Nos casos anteriores em que foram registrados focos do Aedes, em 2014, também no Terminal Rodoviário, e em 2016, próximo a Escola Imigrante, as situações foram isoladas. Mesmo assim, vale o alerta para os vera-cruzenses redobrarem os cuidados com água parada. “Precisamos da colaboração da comunidade. Atos simples como colocar areia em vasos de flor para evitar o acúmulo de água da chuva evitam a proliferação”, acrescenta Petry. “Apesar dos dias mais frios, tivemos chuva recentemente e ainda teremos calor nas próximas semanas, o que é propício para o desenvolvimento das larvas e do mosquito”, lembra Sant’Anna.

Fonte: Núcleo de Comunicação Social
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